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MELANOMA:

A LUTA É

POR TODOS

todos os tipos, todos os pacien-
tes, todos os medicamentos

O melanoma é o tipo de câncer de pele mais agressivo e, atualmente, apenas tratamentos quimioterápicos estão disponíveis no SUS. Existem dois tipos de tratamento inovadores e muito eficazes já aprovados no Brasil – imunoterapia e terapia alvo. No entanto, o SUS pretende oferecer apenas um dos tratamentos para a população, o que não atenderá a necessidade de todos os pacientes.

 

Diferentes perfis de pacientes necessitam de diferentes tipos de tratamento. Nossa luta é por todos!

 

câncer de pele

O câncer de pele é um dos mais comuns no Brasil, representando 25% dos tumores malignos diagnosticados. Pode ser classificado em dois tipos: não melanoma e melanoma.

 

O melanoma é o tipo de câncer de pele menos frequente, mas é o mais agressivo, correspondendo a 4% do total de casos e 90% do total de mortes relacionadas à doença. Pacientes com metástases possuem probabilidade de morte 14x maior que aqueles em estágios iniciais da doença.

 

Estima-se que menos de 16% dos pacientes com melanoma metastático estejam vivos após 5 anos com a doença, não ultrapassando a mediana de sobrevida de 6 meses

 

Segundo dados do INCA, estima-se aproximadamente 8.450 novos casos de melanoma no Brasil a cada ano do triênio 2020-2022. A maioria ocorre em decorrência do excesso de exposição aos raios ultravioleta do sol, mas em alguns casos pode ser associado a mutações genéticas.

 

Young-mulher-in-sun-hat-em-praia, -Jupit
 

o que queremos?

Queremos que as imunoterapias e terapias-alvo sejam inseridas nas diretrizes diagnósticas e terapêuticas de melanoma.

 

Mas o que isso significa?

 

Depois de 50 anos sem novas terapias para o melanoma, nos últimos 5 anos foram aprovadas no Brasil as imunoterapias (pembrolizumabe e nivolumabe) e as terapias-alvo (dabrafenibe+trametinibe e vemurafenibe+cobimetinibe). 

 

Recentemente, a Conitec avaliou as terapias atualmente disponíveis no Brasil para o tratamento do melanoma metastático e recomendou a incorporação das imunoterapias.

 

Entretanto, nenhuma recomendação oficial foi feita para as terapias alvo, apesar de terem reconhecido a importância da disponibilização para tratamento dos pacientes no SUS.

 

É válido ressaltar que todos os tratamentos avaliados pela Conitec comprovaram eficácia e segurança superior ao tratamento padrão atualmente disponibilizado pelo SUS (dacarbazina).

Portanto, tanto imunoterapias quanto terapias-alvo deveriam ser incluídas na DDT como opções para primeira linha de tratamento do melanoma metastático.

 

A escolha dos medicamentos ficará sob responsabilidade dos hospitais oncológicos espalhados pelo Brasil, e essa escolha é norteada pelas Diretrizes Diagnósticas e Terapêuticas (DDT). 

 

Por isso a importância de inserir todos os tratamentos disponíveis e eficazes no tratamento do melanoma metastático.

freepik
 

apoie

Se você concorda que essa luta é por todos os pacientes de melanoma e por todos os medicamentos, assine esse manifesto que será entregue para os tomadores de decisão! Vamos juntos garantir que todos os pacientes de melanoma tenham os mesmos direitos de acesso ao tratamento adequado.

Assine abaixo!

os pacientes de melanoma agradecem seu apoio!

 

Realização

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www.melanomabrasil.org

Tel: (45) 99968.3338

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